Neste meu conto simples, cheio de sonhos de menina de tótós que sonhava um dia poder vestir longas saias armadas que rastejassem sobre o chao sujo, é singelo, cheio de esperança e força!
Ainda era pequenina, ja pensava em casar, era os vestidos que a fascinavam, parece impossivel, vestidos. Na verdade penso ate que fossem aquelas monstruosas e futeis novelas brasileiras que a levavam a outro mundo e a faziam sonhar com os tais vestidos, ela tambem vivia a novela no presente, na sua vida.
Ah era tao engraçado vela a brincar ao faz de conta. Usava um cobertor preso a cintura com molas e quanto mais longa fosse a cauda do vestido mais os seus sonhos eram longos, mais palpitava mais se sentia incorporada em tal clima!
Vivia as magoas, as alegrias, as tristezas das personagens, uma fantasia que a fazia ser quem nunca poderia ser.
Penso ter sido daí alias tenho quase certeza que foram os vestidos que alimentaram a ancia de casar, de viver aquelas tais vidas das personagens.
Mas uma menina nao pode casar e por isso muito mais tempo ela teria que passar a continuar a viver a novela a pentear e a cortar o cabelo as suas bonecas na esperança que um dia ele crescese, pois é assim a infancia, passada a sonhar passada a descobrir!
(...)
1 comentário:
mas depois a gente deescobre a rotina, que cansa...então a gente sente saudade de quando nada disso existia...e o personagem se vai...
Enviar um comentário