domingo, 11 de maio de 2008

O meu curto conto de amor (2)

(...)


Lá vai ela de sandalias deviando-se das pedras que se atravessam no seu caminho com receio que uma delas a possa fazer cair. Lá no meio do imenso jardim as plantas pareciam sorrir-lhe e o cheiro a verde entranhava-se pelas suas narinas. Mas porque que haveria de estar a sentir tudo isto, se tantas tinham sido as vezes que ali tinham passado e nunca o mesmo tinha acontecido. Era uma sensaçao tao estranha e mutuamente tao boa. Lembro-se dos tempos de criança que ha muito nao tinham sido mas que lhe pareciam ter sido a seculos, recorda-se dos caracois a saltitar e dos pes a bater-lhe no rabo de tanto correr em busca do baloiço do parque que tanto adorava. Uma dessa vezes, uma triste vez, de tanto correr as malditas pedras fizeram-na cair no chao, esfolou os joelhos e os caracois do seu cabelo ficaram tristes, era essa a justificaçao que tinha para ter tanto medo das pedritas que se queriam ainda fazer notar naquele jardim. Mas essas sao lembraças e agora sabia que nao poderia haver mais dores nos joelhos por causa das malditas pedras e que muito menos se iria a por a correr pelo jardim fora e busca do tal baloiço. Tinha crescido e agora a unica coisa que a poderia fazer magoar eram mesmo as pessoas, essa sim todas tinham o dom de saber magoar! Mas ela propria possui-a esse dom, todos possuimos.
(...)

Sei que por vezes sou injusta, sou incompreensiva, e nem me esforço para entender os teus motivos, mas nao temos a mesma maneira de olhar as coisas, eu esforço-me para te compreender mas as vezes isso esta tao fora do meu alcance! Desculpa as vezes que nao te compreendi, desculpa as vezes que me pediste desculpa, desculpa o meu feitio, desculpa se nos falhamos. No meio de tudo só tu cá ficas! Adoro-te

Força!

Vá la,
Dá-me mais
O que me deste ainda não chega
Dá-me mais
Puxa das tuas forças
Acredito que tenhas mais,
FORÇA!
Acredita no que te parece impossivel
Anima-te com as derrotas
Esboça um sorriso nas vitórias
Não deixes de acreditar
Dá-me mais
O que me deste ainda não chega
Vá-la coragem
Acredita que tens capacidade
No final deste jogo de palavras
Vais ver que me deste tudo

sábado, 10 de maio de 2008

Inrealidade Mórbida de Quem Não Quer Sair
O mundo repleto
de lagrimas e sofrimento
vive na agustia do correcto

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Choro no silencio na esperança nem os espiritos cadavericos me vejam, choro porque a liberdade é demais, choro porque choro porque as lagrimas me vão caindo pela face traçando o seu caminho e deixando o seu rasto salgado, as lagrimas que choro sao pecados meus teus de todos n
os, choro porque o assim tem de ser, choro porque tenho de chorar, choro porque e a unica maneira de expulsar o que cá tenho, e porque escrevo?

terça-feira, 6 de maio de 2008

Vem e vai
Vai e nao volta a voltar
desparece
sume
insatisfação
cheia de espinhos
roem-me por dentro
degradam-me a mente
vao e nao voltem
fiquem por lá
acabem
no final
dia e noite
sol e lua
deuses e anciaos
riem-em destes dois tristes
em vão

segunda-feira, 5 de maio de 2008

O meu curto conto de amor

Neste meu conto simples, cheio de sonhos de menina de tótós que sonhava um dia poder vestir longas saias armadas que rastejassem sobre o chao sujo, é singelo, cheio de esperança e força!
Ainda era pequenina, ja pensava em casar, era os vestidos que a fascinavam, parece impossivel, vestidos. Na verdade penso ate que fossem aquelas monstruosas e futeis novelas brasileiras que a levavam a outro mundo e a faziam sonhar com os tais vestidos, ela tambem vivia a novela no presente, na sua vida.
Ah era tao engraçado vela a brincar ao faz de conta. Usava um cobertor preso a cintura com molas e quanto mais longa fosse a cauda do vestido mais os seus sonhos eram longos, mais palpitava mais se sentia incorporada em tal clima!
Vivia as magoas, as alegrias, as tristezas das personagens, uma fantasia que a fazia ser quem nunca poderia ser.
Penso ter sido daí alias tenho quase certeza que foram os vestidos que alimentaram a ancia de casar, de viver aquelas tais vidas das personagens.
Mas uma menina nao pode casar e por isso muito mais tempo ela teria que passar a continuar a viver a novela a pentear e a cortar o cabelo as suas bonecas na esperança que um dia ele crescese, pois é assim a infancia, passada a sonhar passada a descobrir!
(...)
A certeza atrofia o pensamento

domingo, 4 de maio de 2008

Acredito que algo em mim é perfeito mas não acredito que eu seja perfeita, porque ter qualquer coisa em mim perfeita nao faz de mim perfeita

10.000 a.C

10.000 a.C. , é um apaixonante drama sob forma de aventura que o vai prender a cadeira do cinema.
Existia uma lenda, que os levara a uma grande batalha, em que alguem se torna-rá o primeiro heroi da historia, uma época em que homens e animais conviviam, em que muitas realidades eram desconhecidas, uma época onde cresciam ideias e crenças. Acompanhe a missao do jovem D´Leh (Steven Strait) que conduzirá sobre um deserto lutanto com o que aparece uma imensa tropa, até a civilizaçao escondida e salvar a mulher que ama, Evolet (Camilla Belle).


Realizador: Roland Emmerich

Elenco: Steven Strait, Camilla Belle, Cliff Curtis, Omar Sharif

Ano: 2008

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Estou coberta de falta de vontade
sem felicidade
para me encher o coração
com aquela grande emoção
no meu sonho
balanço nos teus braços tremolos
um sonho que sonho
um dia poder tornar-se real
mas será?
será que pensas em mim
será?
será que me sentes como eu te sinto?
duvido com duvidas
que a resposta encontre
aguardo ainda com esperança
que um dia
te lembres que nada e eterno
que agarres tudo isto
com a vontade do começo
e que voltes a tornar-te presente
e para sempre MEU!
A vontade vai acumulado, ja nao me sinto capaz de continuar este conto, a saudade vai sobrando de mansinho junto ao meu ouvido, e as duvidas acumulam, mas sera que a minha vida nao pode ser perfeita? Interrogo-me sem encontrar resposta, sei ate, que nunca a poderei ter, mas porque tenho eu estas duvidas, porque sou eu que vivo sempre isto, so penso correr apressada um dia para ti, sonho um dia poder ser-te mais proxima!